18 de abr de 2010

“Quanto mais difícil o conflito, mais glorioso é o triunfo” Hoje a Midia (PIG) ocupou espaço de partido politico, manipula, detona reputações, mentem, roubam informaçoes, enfim. Nosso Governo está PASSIVO vendo a Banda Passar.




Thomas Paine estimulou pessoas comuns a defender suas liberdades como ninguém fizera antes. Escreveu as três obras literárias mais vendidas do século XVIII, que inspiraram a Revolução Americana, produziram uma batalha histórica pelos direitos individuais e desafiaram o poder corrupto das igrejas governamentais. Sua perspectiva radical e seu estilo dramático e direto tocavam igualmente artesãos, servos, soldados, comerciantes, agricultores e trabalhadores em geral. Até hoje, a obra de Paine cospe fogo.
Seus ataques devastadores à tirania podem ser comparados aos ataques épicos de Voltaire e Jonathan Swift; mas, ao contrário desses autores, não havia sequer uma gota de cinismo em Paine. Ele sempre foi sério em sua busca pela liberdade. Estava seguro de que as pessoas livres cumpririam o seu destino.
Provocou controvérsias explosivas. A monarquia inglesa o empurrou para o exílio e o condenou à morte se retornasse algum dia. O s líderes igualitaristas da Revolução Francesa o colocaram em uma prisão em Paris –escapou por pouco de ser morto na guilhotina. Em razão de suas críticas à religião, ele foi evitado e ridicularizado em seus últimos anos nos Estados Unidos.
Porém, seus colegas fundadores dos Estados Unidos reconheceram o raro talento de Paine. Benjamin Franklin o ajudou no início de sua carreira na Filadélfia e o considerou um “filho adotivo da política”. Paine foi assistente de George Washington e colega de Samuel Adams. James Madison foi seu fã. James Monroe ajudou a livrá-lo da prisão da França. Thomas Jefferson foi seu melhor amigo.
Paine era espinhoso como um cacto – vaidoso, indelicado, desorganizado – mas continuava a encantar as pessoas. Mary Wollstonecraft, pioneira no individualismo feminista, escreveu: “ele nos deixava a todos admirados com sua memória, suas observações inteligentes a respeito dos homens e de seus costumes, suas incontáveis anedotas sobre os índios americanos, sobre a guerra americana, sobre Franklin, sobre Washington e até sobre sua Majestade, de quem contava vários fatos curiosos com humor e generosidade.”
Apesar de sua grande inteligência, Paine tinha algumas idéias insensatas. Para remediar as injustiças da monarquia inglesa, ele propôs um governo representativo que decretaria uma taxação “progressiva”, educação “universal”, assistência “temporária” aos pobres e pensões para os idosos. Ele supunha ingenuamente que essas políticas atingiriam exatamente o objetivo proposto, e não passava pela sua cabeça que o poder político corrompe o governo representativo da mesma forma que corrompe a qualquer outro governo.
Ainda assim, na mesma obra que contém essas propostas – Rights of Man [Os Direitos do Homem], Parte II – Paine reafirmou repetidamente seus princípios libertários. Por exemplo: “Grande parte da ordem reinante na humanidade não é efeito de nenhum governo. Ela tem origem nos princípios da sociedade e na constituição natural dos homens. Ela existia antes do governo e existiria se a formalidade do governo fosse abolida.”

17 de abr de 2010

DE OLHO NESSES ENTREGUISTAS: O PIG

Internet supera revistas em publicidade, diz levantamento

A internet se transformou em 2009 na terceira maior mídia em receita publicitária, passando, pela primeira vez, o segmento de revistas.
Dos mais de US$ 440 bilhões gastos em propaganda no mundo, US$ 55,4 bilhões (12,6%) foram para a internet, segundo levantamento da consultoria ZenithOptimedia, do grupo Publicis.
Em um ano em que as receitas publicitárias globais caíram 9,8%, a televisão foi a mídia que sofreu menos. A razão, de acordo com a ZenithOptimedia, é que em tempos de recessão as pessoas assistem mais televisão.
Os gastos com TV caíram 6,7%, mas a fatia do segmento no bolo subiu de 38,1% para 39,4%. Jornais e revistas sofreram mais, levando a problemas financeiros centenas de publicações nos países desenvolvidos. A fatia dos jornais, que era de 25,1% em 2008, caiu para 23,1%. Para as revistas, a queda foi de 11,6% para 10,3%.
Pelas projeções da ZenithOptimedia, jornais e revistas vão continuar perdendo participação para a internet nos próximos anos, com a web se aproximando dos jornais em 2012. A internet deve receber 17,1% das receitas publicitárias em 2012, e os jornais, 19,4%. A TV deve ter um leve crescimento, fechando 2012 em 40,6%.
Para este ano, a consultoria prevê um crescimento de 2,2% nos gastos com publicidade, para US$ 456 bilhões. Mas o número ainda é bem inferior aos US$ 494 bilhões gastos em 2008, volume que só será superado em 2012 (R$ 499 bilhões).
Com EUA, Europa e Japão ainda em declínio em gastos de publicidade -os três mercados juntos vão encolher 0,8%-, o crescimento em 2010 virá dos países emergentes, alta de 8,5%. A América Latina, que cresceu 0,4% em 2009, deve ver o gasto com publicidade subir 9,3%. Ásia/Pacífico, excluindo Japão, deve crescer 10%.
Alguém tem que avisar ao Governo LULA, o país não pode bancar essa CORJA do PIG não! Quanto a Petrobras, Banco do Brasil e outras estatais não Gastam anualmente bancando essa Corja com nosso dinheiro e, essa mesma CORJA é contra o país, e a favor dos seus interesses e de outros interesses que não sabemos, principalmente.

13 de abr de 2010


500 organizações a serviço a da CIA

 

A Central Intelligence Agency (CIA), em português Agência Central de Inteligência, o serviço de informações dos Estados Unidos, foi criada em 1947 pelo presidente Harry Truman para combater ameaças à hegemonia do império do norte.

A CIA tornou-se famosa por organização e envolvimento em Golpes de Estado, o uso de chantagem, tortura, assassinato e terrorismo como método para alcançar seus objetivos, afora ser freqüentemente acusada de envolvimento com o tráfico internacional de drogas dando apoio e proteção à produção e transporte de ópio, heroína e cocaína junto a grupos considerados anti-comunistas, conforme fato amplamente documentado em livros com o aqui disponível The Politics of Heroin in Southeast Asia de Alfred W. McCoy. Uma nova versão deste livro foi publicada em 2003, chamado intencionalmente de The Politics of Heroin: CIA Complicity in the Global Drug Trade ("A Política da Heroína: Cumplicidade da CIA no Mercado de drogas Global")

A CIA está presente globalmente e utiliza diversas entidades de fachada e financia outras diversas instituições. Conforme uma lista, incompleta, publicada pelo Tribuna Popular, 500 agências, fundações e empresas fazem parte da CIA ou com ela trabalham. Na área da informação e ação contra os povos e suas organizações políticas e sociais. Uma atuação multifacética, constante e muito bem financiada. Clique aqui e conheça as organizações de fachada da CIA